"Todos dizem ser forte o rio que tudo arrasta. Ninguém diz serem fortes, as margens que o comprimem"

terça-feira, 7 de abril de 2015

" È em Portugal que me sinto bem "

Diogo Morgado: “É em Portugal que me sinto bem”

Diogo Morgado
Aos 34 anos, o ator já quase não precisa de apresentações, graças ao trabalho que tem desenvolvido em Portugal e nos Estados Unidos.
No papel de Jesus Cristo, Diogo Morgado correu mundo com o filme “Son of God”, depois de ter conquistado fama além-fronteiras na série norte-americana “The Bible”.
Alcançado o estatuto, nada parece ter alterado, para além do volume de trabalho e solicitações. De resto, conta quem bem o conhece, Diogo mantém-se “a pessoa de sempre”.
Simpático e com uma inegável humildade, o protagonista falou com a Move Notícias nos bastidores da 36.ª edição do Portugal Fashion, onde desfilou como embaixador da Lion of Porches. “Gosto muito da marca. Já tínhamos sido abordados para outras situações e, quando foi a Lion, eu identifiquei-me de imediato, gosto dessa linha mais clássica e foi um feliz casamento”, afirmou.
Diogo Morgado 2
No sábado, foi a primeira vez de Diogo Morgado na passerelle do evento organizado pelo ANJE e ele já nem se lembrava da última vez em que tinha desfilado: “Se a memória não me falha foi em 1998.  É estranho, porque costumo estar à vontade nos bastidores, acabo por me sentir mais à vontade até que no próprio palco, mas aqui é estranho, não me sinto como peixe na água, mas estou bem, estou contente”.
A experiência antecedeu mais uma viagem até aos Estados Unidos. A partida aconteceu esta segunda-feira, 30 de março, em prol da promoção da série “The Messenger” que “estreia lá a 17 de abril”. “Depois, em princípio, vou fazer um filme em Ottawa e, se tudo correr bem, em julho, volto para a segunda temporada do ‘The Messenger’. Acabo por ficar mais lá do que aqui,  mas não estou a ter nenhum critério de escolha que seja em detrimento de qualquer coisa que aconteça em Portugal. Apenas não surgiu nada que se encaixasse dentro dessas datas, mas pode haver uma surpresa cá no verão, na SIC, estamos a coordenar as coisas para que isso seja possível. Para mim era perfeito, faço questão de ter essa ligação”, confessou, antes da passagem pela passerelle, onde despertou aplausos.
Apesar de passar mais tempo fora do nosso país é para cá que corre quando a agenda permite. Dessa forma, conseguiu manter-se por Portugal desde janeiro e “fazer algumas coisas pontuais”. “Pudendo, venho a correr. É aqui que me sinto bem, que me sinto em casa. Se aquilo que vou fazendo lá fora puder, de alguma forma, estimular alguma coisa que se vai fazendo cá dentro – não sei se isso acontece ou não – ainda melhor”, frisou, extravasando algum patriotismo.
Diogo Morgado 3
Em terras de tio Sam, Diogo já tem casa, o seu “cantinho” importante para se sentir bem no território que o acolheu, mas que não é seu: “Às vezes tenho que ir aos EUA de fugida. Por exemplo agora, vou por 20 dias, volto, depois estou 15 dias cá e volto outra vez. Já é estranho sentirmos que estamos num país e numa cultura que não é nossa, por isso é importante arranjar estabilidade onde é possível”.
Na maioria das viagens, Diogo Morgado conta com a companhia da mulher, Cátia Oliveira, e do filho de ambos, Santiago. O menino faz 6 anos em setembro próximo e o papá já pensa na sua entrada para a escola e na forma de conciliar a responsabilidade com as estadas no estrangeiro.  “Já estamos a equacionar isso, é uma ginástica, mas há coisas que se podem fazer e alternativas que podem ajudar, estamos a explorar isso”, antevê, acrescentando que Santiago “é bilingue e não deverá ter muitos problemas no futuro”.

Diogo Morgado 1

















Noticia retirada de: http://www.movenoticias.com/2015/03/diogo-morgado-e-em-portugal-que-me-sinto-bem/


" The Messengers" estreia nos EUA a 10 de Abril



EUA - Série com Diogo Morgado estreia em Abril




O canal americano CW publicou um vídeo novo, mais longo, de apresentação da série norte-americana onde Diogo Morgado vai entrar – “The Messengers”. Divulgou também a data de estreia.
Depois de encarnar o filho de Deus em “A Bíblia”, o actor português Diogo Morgado interpreta agora a personagem misteriosa “The Man” na nova série.
A série sobrenatural “The Messengers” é um drama apocalíptico, escrito por Eoghan O’Donnell. Conta a história de um grupo de aparentes desconhecidos que morrem pela energia difundida por um objecto misterioso que cai no planeta Terra, que pretendem voltar à vida com um único propósito – salvar a Terra do Apocalipse.
A nova série tem personagens muito distintos entre si, provenientes de diversos ambientes. Segundo o criador, centra-se na maneira como cada uma delas lida com as provações vindas dos novos “poderes” que adquiriram. Elyes Gabel (de “Body of Proof“) ou Jon Fletcher são alguns dos actores que pertencem ao elenco.
Diogo Morgado, que surge na série numa cena em que aparece nu e queimado no meio do deserto, é relatado como “manipulador” e também “sinistro”, é o vilão da trama. Tem na verdade um papel crucial a desempenhar na vida dos “mensageiros”.
Segundo o canal de televisão, a estreia está marcada para o dia 10 de Abril, nos EUA.

Diogo Morgado na Tv 7 Dias - Em Foco


Segundo esta publicação a Série " The Messengers" vai estrear em PORTUGAL a 27/04/2015



terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Diogo Morgado: "Tenho necessidade de privacidade"

Diogo Morgado: "Tenho necessidade de privacidade"



 A viver e a trabalhar no EUA, Diogo Morgado voltou a Portugal para promover o filme ‘Virados do avesso’. Antes de regressar às gravações de ‘The Messengers’, o ator falou dos seus novos projetos profissionais. 

 Interpretou Jesus Cristo na série ‘A Bíblia’ e no filme ‘O Filho de Deus’. Agora fez o homossexual João Salgado, em ‘Virados do Avesso’. Foram as personagens de maior relevo na sua carreira?
Não sei como responder a essa pergunta. Foram todas desafiantes. Sinto que comecei há bocadinho. Durante muitos anos achei que cada coisa que fazia seria a última. Estava convencido de que as pessoas iam acordar e dizer que não tinha jeito nenhum para isto. 
A apresentadora norte-americana Oprah Winfrey intitulou-o de ‘Hot Jesus’. Considera-se um ‘sex symbol’? 
Não. Os americanos têm muita dificuldade em dizer o meu nome, então é mais fácil chamarem-me outra coisa [risos].
 Como foi interpretar Jesus Cristo? 
Foi mais importante do que alguma vez achei que fosse. Apercebi-me de que o que fiz vai permanecer até muito depois de eu morrer. 
Sabendo que é uma pessoa espiritual, sentiu uma grande responsabilidade no papel? 
Não acredito que as minhas convicções pessoais tenham a ver com aquilo que foi feito. O meu objetivo era que todas as fações religiosas se identificassem com o filme.
 Deparou com alguma dificuldade nessa produção?
 Só deparei com dificuldades. No início foi muito complicado. Tentei humanizar a figura de Cristo e criar alguém que fizesse parte de nós. 
O trabalho foi reconhecido… 
Não estava à espera de tanto sucesso. O trabalho foi eficaz, apesar de abordar um tema polémico, o filme conseguiu ser transversal.
 Qual foi o maior elogio que recebeu? 
Da minha mãe. Depois de ver o filme disse que não me reconheceu. Foi, sem dúvida, a melhor crítica. 
O rótulo ‘Hot Jesus’ começa a tornar-se cansativo? 
Faz-me confusão que um título como ‘Hot Jesus’ se aplique à figura de Jesus Cristo. A minha preocupação é que camufle o que foi feito. A figura de Jesus não tem nada a ver com uma conotação física. É aí que reside a minha indignação. 
Neste momento está a gravar a série norte-ameri-cana The Messengers. Como estão a correr as gravações? 
Muito bem. Vamos terminar as filmagens da primeira temporada antes do Natal. A segunda terá início em julho de 2015. É uma série produzida pela CBS e conta a história de um mundo apocalíptico à beira do colapso. 
A data de estreia está prevista para fevereiro. Que personagem vai interpretar?
 Muito oposta à figura de Jesus Cristo. A minha personagem é The Man, e representa o mal que existe no Mundo. É uma série que aborda o lado maldoso e manipulador do homem. Após o sucesso que alcançou, recebeu vários convites... Quais é que prenderam a sua atenção?
 Aqueles com que não estou num registo familiar e confortável. Gosto de personagens que me deixam aflito e em apuros. É a única forma de evoluir e de crescer enquanto ator. 
Tem algum projeto em mente ainda desconhecido dos portugueses? 
Nunca escondi o sonho da realização. Tenho uma enorme vontade de o fazer. Gostava de contar a história no seu todo e não ser apenas uma parte. Trabalho todos os dias para que a longo prazo possa alcançar isso. 
A fama deixou-o exposto? Sentiu a sua privacidade ameaçada? 
Não. Depois de fazer de Jesus Cristo o público tornou-se mais expressivo e carinhoso. Sinto-me um privilegiado.
 Tenta ser simpático quando abordado na rua?
 Faz parte da minha educação e da forma como fui criado. Sou uma pessoa igual às outras. Quando me abordam na rua só me apetece agarrar as pessoas e dar-lhes beijinhos [risos]. Hollywood é descrita como a terra dos sonhos. Também o foi para si? 
Nos Estados Unidos todas as pessoas têm uma hipótese. Todas têm uma oportunidade de dois ou três minutos para provarem o que valem. De outra forma eu não teria conseguido. Ser famoso nos EUA era um sonho? 
Nunca quis ser ator. De repente fui apanhado nesta profissão e aos 21 anos fui obrigado a escolher. Percebi que representar era a minha paixão. Os EUA vieram depois.
 Que conselho dá aos atores portugueses que ambicionem chegar lá? 
Há que ser honesto no que se faz. Para fazer a diferença, um ator tem de ser autêntico. Como surgiu o convite para o filme ‘Virados do Avesso’? 
Muito repentino. Da mesma forma que o recebi, li o guião e aceitei. Na altura estava a gravar a série ‘The Messengers’, mas aproveitei um intervalo de duas semanas para a rodagem. 
Como se preparou para a personagem? 
Confesso que tive o trabalho facilitado. Tentei perceber como é que o público reagiria se de repente se visse numa situação como esta. É brincar com um estereótipo.
 Faz par romântico com o ator Jorge Corrula. Sentiu algum desconforto? 
Desconforto não, mas houve momentos muito curiosos. Gravámos uma cena em que ambos estávamos nus. Ao fim do segundo take partimo-nos a rir. Trabalhar com o Jorge foi fantástico. É alguém que conheço há muitos anos e com quem me dou muito bem.
 Como descreve o ambiente nas gravações? 
Muito bom. Fazer uma comédia sem nos divertirmos seria impensável.
 Qual é o seu objetivo principal enquanto ator? 
Procuro que cada coisa que faça seja completamente diferente da anterior. 
Quando falamos do Diogo Morgado estamos a falar de quem?
 Sou alguém que tem a sorte de trabalhar naquilo que ama. 
O que é que as pessoas não sabem sobre si? 
Sou uma pessoa muito reservada e há certos pormenores que prefiro guardar para mim. Tenho necessidade de privacidade e defendo-a com unhas e dentes. 
Gosta de futebol? Qual é o seu clube? 
Não sou grande fã [risos]. Só vejo futebol quando joga a Seleção.
 Quem são os seus maiores críticos?
 O pior de todos sou eu. 
Gosta de ouvir críticas? 
Passo bem sem elas. Até das positivas. 
Não gosta de receber elogios?
 Não sei recebê-los. Tenho a tendência para contrariar as pessoas. Tenho de aprender a ouvir e a agradecer.
 A cultura e a arte continuam a ser preteridas no nosso país? 
Sim. A cultura é sempre a última prioridade no que diz respeito às agendas do Governo. Somos sempre a ovelha ronhosa.
 Considera que o público é alheio à cultura? 
Não crescemos com o hábito de ir ao teatro. É natural que isso se reflita nos investimentos. Mas acredito que o público está a ficar diferente. O Mundo globalizou-se...
 Quais são as maiores diferenças de produção entre Portugal e os EUA? 
A população. O número é um fator determinante.
 É casado com Cátia Oliveira. Fruto da vossa união nasceu Santiago, de cinco anos. Como foi a adaptação aos EUA?
 Tem sido progressiva. Vivemos sempre um dia de cada vez.
 O Santiago já fala inglês? 
Neste momento o Santiago é bilingue. Fala inglês melhor do que eu [risos].
 Gostava que ele crescesse em Portugal?
 O Santiago cresce em Portugal. Só está nos Estados Unidos quando estou a trabalhar. Portugal é a minha casa. Sou português.
 Sonha em aumentar a família?
 Sim. Gostava de ter uma menina. Sou muito pai galinha. 
Como é para eles ter um marido e um pai famoso?
 É a realidade do dia a dia. 
Como lidam com o seu mediatismo?
 Bem, como têm de lidar. Mas é mais curioso perguntar como é que se sentem os filhos do Sócrates. É seguramente mais estranho. [risos].
 Do que é que sente mais falta quando está lá fora?
 Sem dúvida da comida portuguesa.
 Convive com muitos portugueses nos EUA?
 Não encontro muitos. A Daniela Ruah é capaz de ser a minha única amiga portuguesa. Portugal é um bom país para acolher pessoas? Somos dos países mais hospitaleiros que conheço.
 E para se viver? 
Também. É complicado, mas, se a pessoa estiver bem financeiramente, é dos melhores. Se quiser criar e desenvolver, há que ter consciência de que é um país que apresenta muitas dificuldades.
 Que mensagem gostaria de deixar? É importante sermos gratos por aquilo que temos. Passamos muito tempo a correr atrás de coisas que não valem nada. Subir a montanha é mais interessante. A viagem é o mais importante.

 http://www.cmjornal.xl.pt/tv_media/detalhe/diogo_morgado_tenho_necessidade_de_privacidade.html

sábado, 29 de novembro de 2014

Estreia " Virados do avesso"

Diogo Morgado fala de " Virados ao Avesso" no Noticias ao minuto

Diogo Morgado

"O país está um bocadinho do avesso"

A viver nos EUA, onde está a gravar participação numa série televisiva da CBS, o ator português, 34 anos, encontra-se em Portugal a promover o filme 'Virados do Avesso'.
FAMA
O país está um bocadinho do avesso

O ator português, que se tornou conhecido como Hot Jesus ao interpretar, em 2012, Jesus Cristos na série de televisão A Bíblia, do Canal História, fez uma pausa nas gravações da série The Messengers, que estão a decorrer nos EUA para se deslocar até Lisboa.



"Há, de facto, várias comédias a acontecer no nosso país. Fiquei doido quando ouvi dizer que um ex-primeiro ministro [José Sócrates] está preso. Como é que nós vamos conseguir competir com uma comédia destas?", ironizou Diogo Morgado, que protagoniza a comédia portuguesa Virados do Avesso, e está desde ontem em Portugal.

"Vou ficar cá por muito pouco tempo, vão ser apenas quatro dias. Estou no meio da rodagem da série, assim que acabar a promoção do Virados do Avesso volto para os EUA", afirmou à margem do cocktail de apresentação do filme realizado por Edgar Pêra, que decorreu ontem à noite, em Belém.
Diogo Morgado garante que os portugueses vão divertir-se durante o visionamento do filme. "O país está um bocadinho do avesso. Estamos todos a precisar de uma pausa e de nos rirmos um pouco. A única diferença é que esta comédia dá-nos vontade de rir, a outra dá-nos vontade de chorar", disse o ator que dá vida a um escritor que se esquece que é gay e se transforma num heterossexual.
Também Jorge Corrula, que na trama faz par romântico com Diogo Morgado, garantiu que Virados do Avesso vai despertar o riso entre o público. "Não tenho dúvidas de que durante hora e meia quem for ver o filme vai esquecer o estado do país. Mas é bom que não esqueçam! (risos)", disse a rir-se.
Por sua vez, o consagrado ator e realizador Nicolau Breyner, que integra igualmente o elenco do filme, garantiu: "É mais uma aventura. É um filme que é um ato de coragem. É uma comédia pura e dura, é tão somente um exercício de divertimento".

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